Auerbach Vieira no 4°Salão de Outono da América Latina- SOAL 2016

Date : February 29, 2016

4°Salão de Outono da América Latina- SOAL 2016

De 05 de maio a 05 de junho 2016.

Salão de Outono da América Latina | SOAL – a Arte sem Fronteiras

O Salão de Outono da América Latina é um espaço contemporâneo, voltado para as artes, que objetiva por em evidência a diversidade de linguagens, o confronto de tendências, buscando ser um espaço aberto à atualidade.


Auerbach Vieira new series to be reveal next March

Date : February 24, 2016

Hi friends

I found this a Fantastic opportunity to share great news.
I’ve been incessantly working on my new series of painting to be reveal next March.
It’s been clear for me the importance of  social media and the new tools internet brought for us artists.
At the same time evolution is crucial and everything keeps changing in a blink.
Finding your balance and essence is finding your truth!!!
Enjoy the reading and expect the simple,original and real.
All the best

Auerbach…

The Economist
Art and the internet
When new grows old
Artists working with technology struggle to stay current
Feb 6th 2016

IN 1968 the Institute of Contemporary Arts in London held an exhibition called “Cybernetic Serendipity”, Britain’s first show exploring connections between art and new technology. It was hugely popular and in hindsight, well timed. It coincided with two crucial developments in the relationship between art and technology: the pop-art movement, which was demolishing boundaries between high art and everyday life, and ARPANET, the computer-to-computer network which would become the internet.
The internet has continued to erode established notions of what qualifies as art, and who can claim to be an artist. New categories flourish: net.art, new media art, the New Aesthetic, internet art, post-internet art. Online-only sales and exhibitions are increasingly common, as is art existing solely in digital form, bought and sold through websites such as Electric Objects (on a mission “to put digital art on a wall in every home”). Successful careers and expensive collections are built using social media, such as Instagram, the image- and video-sharing app that has users posting 80m photographs a day.
“Electronic Superhighway (2016-1966)”, a new show at the Whitechapel Gallery in London, looks at how artists have responded to technology and change. The exhibition, which takes its name from a phrase coined in 1974 by Nam June Paik, a video artist, to describe the potential of telecommunication systems, is arranged in reverse chronological order. This calls particular attention to how quickly technologies become obsolete, and how art tied to those forms ages with it.
The first room, which looks at the period from 2000 to 2016, is a cacophony of art made using the technologies and visual language of social media, gaming, 3D printing, computer-generated imaging, browser interfaces and smartphones. In subsequent rooms the technology becomes, like the bulky wall of analogue TV monitors that comprise Paik’s “Internet Dream” (1994), nostalgic for older visitors, and a mere historical curiosity for younger ones.
Artists working with technology today are acutely aware that their work is ageing. To reflect—or deflect—the inevitable outdating of their material, some, such as Cory Arcangel or Petra Cortright, use low-tech graphics, outmoded software and retro hardware as an ironic aesthetic. Others take the internet’s visual vocabulary to extremes. They include Ryan Trecartin, who populates video and installation work with hyper-real, extravagantly costumed characters; or Camille Henrot, whose film “Grosse Fatigue” layers video clips, photographs and internet screen-grabs over one another as proliferating browser windows.
Harun Farocki, a German film-maker who made “Parallel I-IV” just before he died in 2014, predicted of online culture that “Reality will soon cease to be the standard by which to judge the imperfect image. Instead, the virtual image will become the standard by which to measure the imperfections of reality.” Amalia Ulman recently provided a literal illustration of this in a social-media performance piece called “Excellences & Perfections”, using her Instagram and Facebook profiles to create a fake approval-seeking persona, and to stage her body having hoax plastic surgery. Douglas Coupland’s portraits (of which one is shown above) respond to the automatic face-recognition technology used by security services and Facebook. Geometric shapes in primary colours over their features highlight how, to a computer, a face is just a series of abstractable properties.
“Every large online corporation (Facebook, Twitter, Amazon, eBay) is optimising you,” Jonas Lund, an artist, has said. “So why shouldn’t an artist also use the same techniques?” His work incorporates analysis of viewer behaviour itself. “VIP (Viewer Improved Painting) 2014” contains an algorithm that creates a fluctuating, abstract composition based on where the viewer looks. In effect handing over the creative prerogative, Mr Lund sardonically gives the same impression as Instagram seeks to give: everyone is an artist. Indeed, it is a problem that plagues the Whitechapel show: it is often difficult to find any sense of individual identities or even real human feeling. Breaking down barriers between technology and art can raise technology to the level of art, but it also risks working the other way round, reducing art to the banality of an algorithm.


Ravishing Dreams Series by Auerbach Vieira

Date : February 6, 2016

Have you ever dreamed of something impossible?
I chase the impossible and its possibilities everyday…
I don’t believe in “Impossible”…

Ravishing Dreams Series by Auerbach Vieira
Feb.2016


Auerbach Vieira no Rede Mulher Empreendedora

Date : February 1, 2016
Entrevista no website da Rede Mulher Empreendedora!!!
Obrigada a todos pelo apoio de sempre!!!

Histórias Inspiradoras – Auerbach Vieira

Inspire-se com a história da Auerbach Vieira, que decidiu voltar a fazer o que gostava para viver de verdade e ser feliz
 
A minha historia se mistura e assemelha com a maioria das mães expatriadas.
Casada e mãe de uma menina de 4 anos,com muito esforço e dedicação, acordando cedo todos os dias (as quatro e meia da manhã), foi assim que consegui conciliar meus horários e ter tempo para criar, estudar e malhar também.
Minha trajetória profissional passa por sonhos, dificuldades e muita determinação. Aos 17 anos entrei para a Escola Panamericana de Artes, buscando novas técnicas e aprimoramento. Lá,  conheci  meu Mentor o Professor Mário Tabarin. No ano seguinte, meu trabalho recebeu calorosos elogios do artista internacionalmente aclamado Aldemir Martins, que acabara de incluí-la na exposição “Artista Contemporâneos Brasileiros Mais Influentes do Século”, onde meu trabalho foi exposto lado a lado com nada menos do que Tarsila do Amaral e Volpi.
Decidi abandonar a Faculdade de Arquitetura para dedicar-me integralmente a pintura. Ingressei na “Faculdade Belas Artes de São Paulo”, em que me formou três anos mais tarde. Durante esse período participei de diversas exposições, premiações e eventos beneficentes. Mudei-me para Nova York lá, recebi o apoio e incentivo de alguns dos maiores artistas da atualidade. Matriculada  no curso de mestrado da Parsons School of Design ,acabei abandonando devido ao atentado de 11 de setembro. Assim, retornei ao Brasil e continuei participando de exposições.
Nesse periodo entre 2002 e 2006 parei de trabalhar com arte,porque no Brasil o mercado e muito fechado e não via perspectiva de crescimento,era frustrante.
Em 2006,me mudei para o Canadá e passei por um período sabático de reformulação das minhas  obras. Um momento de criação, amadurecimento e muito estudo para finalmente, retornar a cena artística em Março de 2013.
Retomar a carreira chegando perto dos 40,foi um desafio.minha filha tinha 1 ano e meio e no meio de uma crise de estresse eu me vi no chão da minha sala e paramédicos me levando para o hospital.
Os sintomas eram e um ataque cardíaco,mas os paramédicos não acharam um respostas porque meus batimentos estavam normais…
Fui encaminhada ao hospital para receber o diagnostico de estresse!!!! Como assim?Estressada por que? Você não trabalha fora,não tem nenhum compromisso,tem todo o tempo do mundo para sua filha,casa e marido….
Era isso, eu não sabia mais quem eu era!!!
Eu precisei recomeçar do zero.Sai do hospital pensando amanha eu vou comprar umas telas e vou pintar,se ninguém gostar tudo bem,eu vou fazer o que eu amo,em algum lugar algum vai gostar…
Comprei as telas e tintas e pintei,pintei e pintei dezenas de telas ate que a tinta voltou a fazer parte da minha corrente sanguínea e ela passou a me obedecer e nos nos tornamos cúmplices.
Três meses depois de retomar minha carreira retomei antigos contatos e logo recebi os primeiros convites…
Semana de Arte de Berlin,Bienais pela Europa,Salao de New York,Miami, Barcelona, Tokyo, Monaco, Dubai, Toronto, Inglaterra, Milão, duas exposições no Museu do Louvre em Paris e recentemente a nomeação de “Artista para a Unicef”.
Fui nomeada ao “Top 60 Masters of Contemporary Arts2014,2015 e 2016” pela “Arttour International Magazine”.
Fui convidada para ser palestrante do “Women Economic Fórum” em Delhi em maio 2016,vou ter a oportunidade de falar da arte como ferramenta para inclusão social.
Sou embaixadora Internacional do Projeto Faz Inova/Bel Pesce.
Artista convidada do : “Google Open Gallery” https://auerbachvieira.culturalspot.org 
Membro do conselho de Artes de Ontario
Artista convidada pela prefeitura de Toronto e pelo comitê organizador dos Jogos Pan-americanos para representar as artes visuais do Brasil durante os eventos julho de  2015.
Meus trabalhos foram expostos em painéis de LED gigantes durante a  New York Fashion Week,setembro 2015, patrocinada pela  MERCEDES BENZ  “Art Up Close”.
Sou co fundadora do projeto sem fins lucrativos Café e Cultura Toronto,onde promovemos e divulgamos a Cultura Brasileira no Canada.
Também participo do Board de Projetos de Arte e Arquitetura da Cidade de VaughanOntario.
Atualmente planejando ainda uma retrospectiva da minha carreira que acontecera em agosto de 2016,em Sao Paulo,na Verve Galeria eu me divido entra Vaughan e Sao Paulo.
Minha rotina e exaustiva,divido meu tempo entre trabalho e família,não tenho tempo para vida social então quando saio acabo visitando lugares em posso trabalhar ao mesmo tempo e levar minha filha e marido,assim conseguimos conciliar um pouco de lazer…
Hoje ainda tento delegar a parte de relações publicas ,mas acho isso muito complicado,estou sempre atenta e preciso que tudo passe por mim…
A minha dica para quem esta pensando em retomar a carreira ou se arriscar em outra área é simples:planejamento,acreditar nos seu sonho e colocar metas.
Não importa se suas metas forem impossíveis para os outros,corra atras dos seus sonhos e trabalhe sem parar ate que tenha se tornado realidade.
Auerbach Vieira
Fonte: Divulgação
http://www.redemulherempreendedora.com.br/noticias/geral/historias-inspiradoras—auerbach-vieira